Veja o estudo de caso da Universidade de Glasgow em PDF.

Fundada em 1451, a Universidade de Glasgow é a quarta universidade de língua inglesa mais antiga do mundo. No ano letivo de 2020-2021, a universidade teve quase 35,000 alunos de graduação e pós-graduação de mais de 140 países de todo o mundo matriculados. Também está entre os 100 primeiros nos rankings mundiais das universidades do Times em 2022 e é uma grande empregadora na cidade de Glasgow, com mais de 9.000 funcionários, incluindo mais de 4.800 pesquisadores e professores.

O desafio

Igualdade e diversidade são um foco central para a Universidade de Glasgow. Estudantes de uma ampla gama de origens estudam na instituição. Entre eles esteve James McCune Smith, o primeiro afro-americano a receber um diploma de medicina, que se formou em 1837 e, mais recentemente, a central de ensino James McCune Smith – uma instituição de ensino líder mundial – que recebeu o nome do ex-aluno. Como Andrew McConnell, diretor de informática da Universidade de Glasgow, disse: "A inclusão sempre foi uma grande parte da universidade, literalmente por centenas de anos". A Universidade de Glasgow percorreu muitos caminhos nessa jornada em direção à inclusão, como responder decisivamente ao relatório da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos de 2019 e cumprir os regulamentos de acessibilidade de órgãos do setor público de 2018, que se baseiam na lei da igualdade de 2010. Em 2019, Glasgow começou a procurar uma solução que ajudasse a instituição a atender aos requisitos dos regulamentos de acessibilidade digital para formatos alternativos e a ajudar a equipe de aprendizagem e ensino a tornar seu conteúdo mais acessível digitalmente.

A solução

A Universidade de Glasgow encontrou todos os recursos que procurava no Anthology® Ally. "Era tão óbvio que precisávamos obter essa ferramenta" – afirmou McConnell – "porque ajudaria nossos acadêmicos a melhorar seu conteúdo e permitiria que os alunos baixassem facilmente o conteúdo em formatos alternativos". Os formatos de conteúdo alternativos criados pela Ally têm sido um grande sucesso em Glasgow, com quase 50% de seus alunos aproveitando o recurso. Esses formatos alternativos são muito úteis para todos os alunos, não somente para aqueles com necessidades especiais. Como resultado, a Universidade de Glasgow melhorou a experiência dos alunos em termos de acessibilidade ao conteúdo em 17% no ano letivo de 20 a 21.

O Ally também ajudou a instituição a mudar a forma como o conteúdo é desenvolvido, tornando-o mais acessível sempre que um instrutor elabora novos materiais para cursos. Para tanto, o sistema pontua cada curso e, em seguida, identifica todos os problemas de acessibilidade, fornecendo orientação sobre como corrigi-los e justificando a prática recomendada. Por meio desses comentários e da orientação contínua fornecida pelo Ally, as boas práticas são promovidas entre os educadores para mitigar as barreiras à acessibilidade e para criar um ambiente de melhoria contínua do conteúdo. McConnell observou que "A interface do usuário do Ally para verificação de conteúdo do instrutor é muito fácil de utilizar – e eu realmente aprecio uma boa experiência do usuário!"

Perspectivas geradas

Nem sempre é "sem dor, sem ganho"

Ao contrário da crença comum, a implementação não precisa ser dolorosa e pode ser tão simples quanto instalar um dispositivo plug-and-play. "O Ally não requer treinamento para que as pessoas o utilizem" – explicou McConnell. "Você só precisa saber clicar no botão de pontuação e fazer o que ele recomenda". A implementação sem transtornos do Ally ajudou a Universidade de Glasgow a começar a melhorar a acessibilidade em tempo recorde. O sistema rapidamente ganhou popularidade entre as faculdades e departamentos e ajudou a Universidade de Glasgow a atingir suas metas de acessibilidade e inclusão em um curto espaço de tempo. "7.400 cursos estão sendo digitalizados neste momento, e mais de 21.000 foram digitalizados no ano passado". As pontuações gerais reais de acessibilidade são muito boas" – compartilhou McConnell. "Atualmente, estamos em 85% de média em relação a todo o conteúdo do curso e notamos um aumento novamente este ano na nossa pontuação de acessibilidade". Estamos vendo cada vez mais conteúdo acessível".

Epílogo

Acessibilidade e inclusão são – e sempre serão – as principais prioridades da Universidade de Glasgow. Segundo McConnell, "estamos em uma jornada em busca de conteúdo acessível, que não tem sido totalmente relacionada à conformidade legislativa". Trata também de gerar um conteúdo melhor e aprimora a experiência dos alunos. Conteúdo acessível é conteúdo melhor Para este fim, a Ally é a parceira certa na estrada. "Tivemos uma experiência tão positiva, então comece de onde você está e dê o primeiro passo". Trata-se realmente de iniciar essa jornada e seguir em direção ao ponto que você precisa chegar" – concluiu McConnell.